segunda-feira, 21 de novembro de 2016

 DIA DE AÇÃO DE GRAÇAS

"E sejam agradecidos a Deus em todas as ocasiões" (1 Ts 5:18).
 Dia de Ação de Graças! Passa despercebido por quase todos, mas é o dia 28 de novembro. Não noto sequer referência na mídia secular. País de tradição cristã não evangélica, não se importa em parar para reconhecer que "Feliz é a nação cujo Deus é o Senhor" (Sl 33:12). Há interrupções para outros eventos – cívicos, esportivos, políticos, históricos – até datas religiosas são cultuadas como datas nacionais. E isto sem opção de escolha. Até entre nós, evangélicos, a data passa sem muita importância. Talvez por isso falte mais da bênção do Senhor sobre nossas vidas e bens, pois o leproso agradecido daquele grupo foi o único a receber a bênção maior – a salvação. Todo o patrimônio físico de uma nação é, antes de tudo, patrimônio de Deus. "Ao Senhor pertence a terra e tudo o que nela se contém, o mundo e os que nele habitam" (Sl 24:1) – mas a criatura que "pertence" comporta-se como o "dono da propriedade". Deus nos deu a terra – mas poucos agradecem por isso. Quando se compara a prosperidade da outra América em relação à nossa, o caminho passa por aqui: reservar um dia para ser o Dia de Ação de Graças. O primeiro ato em terras brasileiras foi uma celebração sem fundamento bíblico; o primeiro ato em terras na chamada Nova Inglaterra foi um culto de Ação de Graças, que se repete a cada mês de novembro, com celebração que suplanta as maiores datas comemorativas daquela nação. Dá para notar os resultados e estabelecer as diferenças. Deus honra quem O honra. Não deveríamos também prestar honra maior ao nosso Deus?!

Ensina-me, Senhor, a sempre expressar agradecimento a tudo que acontece em minha vida.


sábado, 18 de junho de 2016

O CRISTÃO E AS FESTAS JUNINAS


Decidi dedicar um pouco de tempo a este assunto e, ao ler o livro de Deuteronômio (Dt 25.17), numa passagem que retrata a confirmação da aliança de Deus com o seu povo, lembrando as promessas de bênção, encontrei esta passagem que creio, responde qualquer dúvida que um sincero cristão possa ter quanto a este assunto. Num primeiro momento quero estender o termo cristão o máximo possível, aceitando como cristão (ao menos por enquanto) como "todo aquele que se confessa seguidor de Cristo".
As chamadas festas juninas estão entre as três grandes festas anuais do calendário brasileiro (carnaval, juninas e natal). O país fica animado com a música (caipira e irritante), comidas típicas à base de milho e mandioca e as famosas quadrilhas (como se no Brasil já não as tivéssemos o bastante o ano inteiro). As festividades são dedicadas a três "santos" do romanismo: Antônio (dia 13), João Batista (24) e Pedro (28). Quero considerar tais práticas à luz da história e da bíblia.
As festas populares juninas são mais antigas que o cristianismo. Esta época (solstício de verão e ápice da estação) era marcada pelo início da colheita. Os celtas, bascos, egípcios e sumérios faziam rituais para garantir a fertilidade da terra (e das mulheres que em muitos lugares tinham relações com diversos homens) e o crescimento da vegetação após o inverno que começava a se aproximar.
Havia oferendas de comidas, bebidas e animais às divindades pagãs. Havia muitas danças ao redor das fogueiras para espantar maus espíritos. As crianças geradas nas festas anteriores [de pais desconhecidos] eram passadas pela fumaça das fogueiras como proteção contra os espíritos.
Em Roma (sempre lá) havia as festas junônias, em homenagem à deusa Juno (dona do mês de junho). Seria daí o nome "festas juninas"? Estas celebrações coincidiam com a data da comemoração do nascimento de João Batista, e como a igreja de então não conseguia extirpar o mal, preferiu "encampá-lo", vestindo-o com uma nova roupagem pseudocristã. Mais tarde os jesuítas trouxeram estas festividades para o Brasil, realizando várias alterações e inserindo práticas novas e sincretistas.
Vejamos o significado de alguns dos rituais (além do passar pela fogueira e oferendas de comidas):
O MASTRO: símbolo da fertilidade (falo, órgão sexual masculino), acreditava-se que trazia sorte à residência que o erigisse.
FOGUEIRA: para os pagãos espantavam os maus espíritos, e para os cristãos medievais simbolizavam a luz, portanto, sinal de bênção. No catolicismo tradicional são acesas sempre às 6.00h (hora da "Ave Maria" - por causa de uma lenda na qual Isabel teria combinado avisar a Maria do nascimento de João acendendo uma grande fogueira). Aliás, cada fogueira é arranjada de modo diferente: a de Antônio é quadrangular, a de Pedro é triangular e a de João é arredondada.
FOGOS DE ARTIFÍCIO: os antigos acreditavam que os fogos tinham eficácia para espantar os maus espíritos, o diabo e seus demônios, protegendo os que estivessem nos atos festivais.
BALÕES: simbolizavam os pedidos aos deuses - ou aos santos. Se subirem, é porque os pedidos foram aceitos. Adotados como simbolizando os avisos de que a festa está para começar [haja bombeiros].
ESCONDER A IMAGEM DE ANTÔNIO: o personagem histórico, um franciscano de nome Fernando, rebatizado Antônio, ganhou fama por ajudar a encontrar objetos perdidos e cuidar de enfermos. Uma moça pobre, que não conseguia casar, teria feito uma oração ao santo e conseguido o dote. Daí a virar o santo preferido das jovens "casadoiras" foi questão de tempo. Alguém passou a divulgar que o santo atendia mais rapidamente se fosse colocado de cabeça pra baixo em um lugar escuro ou se lhe fosse tirado a imagem do menino que carrega (tortura ao santo de devoção - uma tolice dentro de outra).
E OS CRISTÃOS, O QUE SE ESPERA DELES?
É isto lícito para um cristão? Os cristãos evangélicos (e aqui estou começando a limitar o sentido do termo cristãos) e seus filhos podem participar de atividades juninas nas escolas ou em qualquer outras sociedades? E professores, convocados para trabalhar nestas festividades? Alguns argumentam que podem perder o emprego. Lembremos, entretanto, que é garantia constitucional que ninguém deve ser obrigado a algo que fira sua consciência religiosa – e isto se aplica até mesmo a votar e ao serviço militar. Devem as igrejas promover algum tipo de festividade semelhante (como festa da colheita, festa caipira ou das nações)? Sei que talvez vá causar algum tipo de polêmica, mas se os líderes do povo de Deus não os chamarem a pensarem sobre as implicações de suas atitudes [Pv 29:18: Não havendo profecia, o povo se corrompe; mas o que guarda a lei, esse é feliz] o mal triunfará.
A primeira resposta é: as festas idólatras são vedadas aos verdadeiros cristãos [Ez 20.7: Então, lhes disse: Cada um lance de si as abominações de que se agradam os seus olhos, e não vos contamineis com os ídolos do Egito; eu sou o SENHOR, vosso Deus]. Veja também a advertência de Deus através do profeta Oséias [Os 14:8: Ó Efraim, que tenho eu com os ídolos? Eu te ouvirei e cuidarei de ti; sou como o cipreste verde; de mim procede o teu fruto]. Não importa o motivo alegado, por mais santo que possa parecer qualquer participação em festas idólatras é idolatria e é um pecado gravíssimo [I Co 10.22: Ou provocaremos zelos no Senhor? Somos, acaso, mais fortes do que ele?] e horrível cousa é sofrer o merecido castigo de Deus sobre os pecados cometidos, especialmente voluntaria e conscientemente [Hb 10.31: Horrível coisa é cair nas mãos do Deus vivo].
A segunda resposta é que aproveitar o clima (junino) para a pregação do evangelho é só uma desculpa para não fazê-lo o ano todo, além de criar uma evidente semelhança com o mal. As desculpas que se usam vão desde arrecadação de fundos a evangelismo, passando por obrigação profissional. Não importa a razão, as festas juninas são festas pagãs e ofensivas a Deus. Nenhum cristão deve envolver-se em práticas herdadas do paganismo. O cristão não pode adequar seu modo de viver numa espécie de mundanização ou relativismo cultural (aliás, hoje, legalmente, nenhum cristão é obrigado a participar de qualquer culto ou prática religiosa travestida de cultura ou folclore - isto é uma garantia constitucional).
Não era assim no início da Igreja Cristã. Os cristãos dos primeiros séculos poderiam salvar a sua vida se apenas aceitassem dizer uma frase: "César é senhor", mas a grande maioria deles preferiu a morte, afirmando veementemente que somente "Cristo é o Senhor" [I Co 12.3: Por isso, vos faço compreender que ninguém que fala pelo Espírito de Deus afirma: Anátema, Jesus! Por outro lado, ninguém pode dizer: Senhor Jesus!, senão pelo Espírito Santo]. Ninguém podia tomar uma atitude semelhante se não fosse impulsionado pelo Espírito de Cristo em seu coração (bem diferente do espírito do mundo).
Lembremos que os promotores das festas juninas querem pagar promessas por dádivas que teriam sido recebidas dos seus santos patronos (ou pedir-lhes algo).
Isto na prática é invocação de mortos, uma atitude condenada veementemente pelas escrituras, em textos como Lv 19.31 [Não vos voltareis para os necromantes, nem para os adivinhos; não os procureis para serdes contaminados por eles. Eu sou o SENHOR, vosso Deus], Lv 20.6[Quando alguém se virar para os necromantes e feiticeiros, para se prostituir com eles, eu me voltarei contra ele e o eliminarei do meio do seu povo] e Lv 20.27 [O homem ou mulher que sejam necromantes ou sejam feiticeiros serão mortos; serão apedrejados; o seu sangue cairá sobre eles]. Veja ainda Is 8.19 Quando vos disserem: Consultai os necromantes e os adivinhos, que chilreiam e murmuram, acaso, não consultará o povo ao seu Deus? A favor dos vivos se consultarão os mortos?].
Mas a verdade é que mortos nada fazem por mortos [espirituais], e somente de Deus nos vêm todas as bênçãos [Tg 1:17: Toda boa dádiva e todo dom perfeito são lá do alto, descendo do Pai das luzes, em quem não pode existir variação ou sombra de mudança]. Se ele não aceitava a necromancia em Israel, aceitá-la-ia na igreja, santuário do seu Espírito Santo [I Co 3.16: Não sabeis que sois santuário de Deus e que o Espírito de Deus habita em vós?]? É óbvio que não.
Como os sacrifícios (especialmente as comidas, bebidas e doces benzidos) são feitos aos padroeiros e suas imagens (idolatria), só nos resta lembrar a advertência do apóstolo Paulo: tais sacrifícios são a demônios e o cristão não tem nem deve ter absolutamente nada com eles [I Co 10.20-22: Antes, digo que as coisas que eles sacrificam, é a demônios que as sacrificam e não a Deus; e eu não quero que vos torneis associados aos demônios. Não podeis beber o cálice do Senhor e o cálice dos demônios; não podeis ser participantes da mesa do Senhor e da mesa dos demônios. Ou provocaremos zelos no Senhor? Somos, acaso, mais fortes do que ele?].
Considerando tudo isto, pergunto: você acha lícito um cristão verdadeiro (e não é o fato de ter o nome numa lista de membros de determinada igreja - por mais ortodoxa que ela seja - que faz de alguém cristão) participar de uma festividade cuja origem está na idolatria pagã?
Quero lembrar as palavras de Paulo, que, embora trate de coisas lícitas, as julga inconvenientes. Quanto mais para coisas ilícitas à luz das Escrituras [I Co 10.23: Todas as coisas são lícitas, mas nem todas convêm; todas são lícitas, mas nem todas edificam]. Termino com uma citação do livro que acaba com todas as dúvidas: a bíblia sagrada (pelo menos para o cristão):
"Maldito o homem que fizer imagem de escultura ou de fundição, abominável ao SENHOR, obra de artífice, e a puser em lugar oculto. E todo o povo responderá: Amém!"
Dt 27.15

Só este verso já deveria acabar com o culto idólatra a Antônio, Cosme, Damião, João Batista ou Pedro - e a todos os outros, que lhe são semelhantes. Ao que nos cabe, então bradar: "Fugi da idolatria [I Co 10.14], povo de Deus - para não se tornarem partícipes dos flagelos destinados aos idólatras": o fogo do inferno, não uma simples fogueirinha.

Pastor presbiteriano, de convicção teológica e litúrgica calvinista, bacharel em teologia pelo Seminário Teológico Presbiteriano Rev. José Manoel da Conceição e validação pela Universidade Presbiteriana Mackenzie. Pós graduado em Revitalização, Multiplicação e Implantação de Igreja pelo Centro de pós-Graduação Andrew Jumper - SP. Mestrando em Pregação pelo CPAJ.

terça-feira, 19 de abril de 2016



O cristão não está isento do medo. O problema não é o medo chegar, é ele se instalar. A maturidade cristã não está em se ter medo ou não, mas em como se lida com ele. O segredo está em levar-se o medo ao Senhor, pois quando o fazemos vem a confiança e esta abafa o medo. Podem ser vários os medos que nos assaltem mas o que temos de fazer é regar a nossa confiança no Senhor com as Escrituras e com a oração. Quanto mais for crescendo a confiança mais vai desaparecendo o medo. Se estás com medo de algo rega a tua confiança no Senhor, sabe que Ele estará contigo no vale da sombra da morte.
Boa semana. Graça e Paz.

quarta-feira, 6 de abril de 2016

Sem tempo no domingo?





como seria se os cultos fossem na segunda-feira às10h45 e às 18h. Você conseguiria chegar ao templo? Daria tempo para sair do trabalho, passar em casa para reunir a família e chegar ao culto no horário? É óbvio que na cidade de São Paulo isso seria impossível para todos que estão em atividade no mercado de trabalho e não seria nada fácil mesmo para aqueles que já estão na condição de aposentados.O domingo dos primeiros cristãos era dia útil.
Facilmente esquecemos disso! Fico curioso para saber como os comerciantes de Jerusalém arrumavam tempo para deixar o comércio e ir até a casa onde os irmãos estavam reunidos para adoração. Gostaria de saber como os cristãos da cidade de Corinto conciliavam cargos públicos com a frequência às reuniões da Igreja em pleno dia útil. Lembro que Corinto não era pequena para os padrões da época pois tinha cerca de 650 mil habitantes. Com o crescimento do cristianismo, a situação
mudou. O primeiro dia da semana transformou-se no dia de descanso. Mas antes que isso ocorresse, certamente muitos cristãos dos primeiros séculos foram perseguidos por conta do exótico costume de irem à igreja em pleno dia útil.
O domingo não deve ser observado com espírito legalista, pois é fato que a vida moderna requer o trabalho ininterrupto de diversos setores para que possa seguir na sua normalidade (transportes, saúde, segurançaetc). Entretanto, não podemos esquecer a importância do dia de descanso e de adoração na vida do cristão. Deus designou particularmente um dia em sete para
ser um sábado (descanso) santificado por Ele; desde o princípio do mundo, até a ressurreição de Cristo, esse dia foi o último da semana; e desde a ressurreição de Cristo foi mudado para o primeiro dia da semana, dia que na Escritura é chamado Domingo, ou dia do Senhor, e que há de continuar até o fim do mundo como o sábado cristão.Separar um dia para descanso e adoração lembra-nos
que não somos máquinas e que o tempo é um presente de Deus e não mais uma mercadoria. Lembra-nos também que Deus é a verdadeira fonte de nossa força. O dia de descanso e adoração serve principalmente para prevenir a soberba humana:Não digam, pois, em seu coração: “A minha
capacidade e a força das minhas mãos ajuntaram para mim toda esta riqueza”. Mas, lembrem- se do Senhor, o seu Deus, pois é ele que lhes dá a capacidade de produzir riqueza... (Deuteronômio 8.17-18/NVI).Se o seu domingo já não é mais dia de descanso e
adoração, junte-se aos primeiros cristãos e arrume lugar para adorar em pleno dia útil. Confie em Deus para guiá-lo na reorganização de suas prioridades na vida pessoal e profissional.

terça-feira, 22 de março de 2016



Porque primeiramente vos entreguei o que também recebi: que Cristo morreu por nossos pecados, segundo as Escrituras,
E que foi sepultado, e que ressuscitou ao terceiro dia, segundo as Escrituras.
1 Coríntios 15:3,4

A Ressurreição e eu

"Ao comerem, estejam prontos para sair; cinto no lugar, sandálias nos pés e cajado na mão. Comam apressadamente. Esta é a Páscoa do Senhor. Quando os seus filhos lhes perguntarem: ‘O que significa esta cerimônia?”, respondam-lhes: É o sacrifício da Páscoa ao Senhor, que passou sobre as casas dos israelitas no Egito e poupou nossas casas quando matou os egípcios’” (Êx 12.11,26,27)

 A salvação do povo hebreu é obra de Deus. E este acontecimento extraordinário na vida deste povo é relembrado através da cerimônia da Páscoa. Os judeus deviam sacrificar um cordeiro macho e sem defeito para celebração desta festa. O apóstolo Paulo diz que Cristo é o nosso Cordeiro pascal (1Cor 5.7), mostrando que Ele havia feito o sacrifício de uma nova aliança. Jesus Cristo, o nosso cordeiro Pascal, não permaneceu morto, Ele ressuscitou! O meu sentimento diante da Páscoa depende do modo como encaro este fato.
Num domingo, algumas mulheres foram ao sepulcro de Jesus levando especiarias aromáticas para o corpo sem vida do seu mestre, mas foram surpreendidas pelo túmulo vazio (Luc 24). Jesus venceu a morte, mas muitos não acreditaram. As autoridades que haviam sacrificado o Cordeiro de Deus espalharam a notícia de que os discípulos tinham furtado o seu corpo (Mt 28.13). Desde então, muitas teorias surgiram tentando desacreditar a ressurreição de Cristo.
Quando vejo como a vida dos discípulos de Jesus foi mudada depois desse fato, quando observo um Pedro covarde que nega o seu mestre, sem nenhum temor, desafiando as autoridades, quando leio que com grande poder os apóstolos continuavam a testemunhar da ressurreição, apesar de toda perseguição (Atos 4.33), não consigo acreditar que os discípulos sacrificassem suas próprias vidas por uma farsa.
O apóstolo Paulo diz que Cristo morreu pelos nossos pecados, foi sepultado e ressuscitou no terceiro dia, que apareceu a Pedro e depois aos doze. E que depois disso apareceu a mais de 500 irmãos, de uma só vez. Se Cristo não ressuscitou, é inútil a nossa pregação e também inútil a nossa fé (1Cor 15.4-6, 14).
O que significa a Páscoa para mim? A resposta depende de como eu vejo a ressurreição de Jesus Cristo. Paulo afirma:
” Se você confessar com a sua boca que Jesus é seu Senhor e crer em seu coração que Deus o ressuscitou dentre os mortos, será salvo”
(Rom 10.9).
Assim como para os judeus a Páscoa significava a salvação da escravidão no Egito, também para mim ela representa a minha salvação; não da escravidão no Egito, mas da escravidão do pecado.
A minha missão agora é levar o verdadeiro significado da Páscoa a todas as nações, sabendo que o Cristo ressuscitado estará comigo até o fim dos tempos (Mateus 28.20). Estamos diante da oportunidade de levar a verdadeira Páscoa a quem ainda não a conhece. Aqueles que cercam você pensam o que a respeito da páscoa?